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Romeu (Romeo, in italiano) Prisco, è nato e vive in Brasile (San Paolo), le sue origini sono italiche. Il padre di Romeu , Alessandro Agostino Prisco, naque i provincia di Campobasso, a Riccia. Romeu Prisco e la sua famiglia hanno mantenuto la cittadinaza italiana, o meglio la doppia cittadinanza (brasiliana ed italiana). Vivono in Brasile e sono brasiliani "doc". Romeu Prisco è un autore di poesie, uno scrittore amatoriale. il blog di Romeu
portuguese texto Nome: Romeu - não o da Julieta, que nunca tive, pelo menos depois de casado, mas, aquele da homenagem a um antigo craque de futebol, que jogava num time paulista, cujo nome me recuso a pronunciar. Significado: peregrino que vai à Roma. Agostinho - do meu pai, que era Agostino e que, como eu, também leonino, nascido no mês de agosto. Laerte - este sim, inspirado em personagem de Shakespeare, porém, sem o "s" final de Laertes. Prisco - adjetivo latino de primeira classe, triforme, vocábulo que, na língua portuguesa, significa velho, antigo, aliás, plenamente compatível comigo no atual estágio da minha vida. Nome do imperador romano, Tarquínio Prisco, de origem etrusca. É com ele que subscrevo as minhas mensagens informais e é assim que prefiro ser tratado. Formal e abreviadamente, assino meus textos como Romeu Prisco.
Aniversário, que agora se transformou em adversário: 03/08.
Local de nascimento: São Paulo, Capital, onde fui criado, estudei e me formei (PUC/SP - 1960), quando ainda era a terra da garoa. Depois que se tornou terra da fumaça, nela também trabalhei e fiz a minha carreira, sob intensa fuligem e monóxido de carbono.
Estado civil: casado, há 35 anos (mamma mia!), com a primeira e única mulher (persistente, hein ?). Dois filhos homens: o primogênito é médico e o caçula bacharel em esportes, ambos formados pela USP, bonitos e inteligentes como a mãe, teimosos como o pai.
Profissão: operário das leis, aposentado, pero no mucho. Afinal, se antes já era difícil sobreviver de poesia, que dirá agora !
Atividades e hobbies: ler, escrever, em prosa (contos, crônicas, sátiras) e verso (poemas, paródias), falar em público (quando deixam), praticar radioamadorismo e esporte (natação e caminhadas).
Autores preferidos: os clássicos da literatura nacional, como José de Alencar, Machado de Assis, Monteiro Lobato, Érico Veríssimo, Casimiro de Abreu, Gonçalves Dias e Olavo Bilac. Todavia, o destaque vai para Malba Tahan e sua obra, "O homem que calculava".
Filme preferido: Casablanca.
Música preferida: "As time goes by".
Ode à São Paulo ("Non ducor duco")
Uma cidade completando 453 anos Outrora feudo dos barões do café Quando então reinavam soberanos Sem a presença dos camelôs da Sé. Às margens do grande rio fundada Agora, coitado, quase todo poluído Do imponente Tietê não sobrou nada Salvo um desaguar lento e inibido. Ao longo cortada por duas marginais Com a do Pinheiros também exibindo Um leito flumíneo cercado de capinzais Que nem assim deixa o rival sorrindo. Trânsito caótico dando o que falar De veículos a rodar sempre atrasados De pés e mãos em posição de acelerar De motoristas cada vez mais apressados. Terra da garoa, capital da fumaça Acusada até de ser túmulo do samba Quando Adoniran deu o ar da graça Para mostrar que nela havia bamba. Berço de movimentos nacionalistas Alavanca de sentimentos e ideais Não tem preconceitos regionalistas E nem manifesta interesses materiais. Do Brasil é bravo e forte coração Determinado no incansável bater Nele o sangue de uma valente nação Se põe incessantemente a correr. Urbe cheia de contrastes e contradições De ricos e pobres, de fartos e carentes Sobra trabalho mas faltam colocações Sobra alimento mas faltam clementes. Já foi bucólica, romântica, lírica, vaidosa Com brancos e negros desfilando elegantes Belas damas fingindo não querer ouvir prosa De nobres cavalheiros, educados e galantes. Hoje é agitada, volúvel, atrevida, insegura Seus pichados edifícios, casas e favelas Estão à mercê de bandidos, que loucura Moradores trancados entre portas e janelas. Padre Manoel da Nóbrega sua história começou Denominando-a aldeia de Piratininga no batismo Padre José de Anchieta seu nascimento registrou Ambos preservando vivos os ideais do cristianismo. Mas não foi dádiva de Deus aos olhos humanos Pois é dádiva dos homens aos olhos de Deus De brasileiros, lusitanos e escravos africanos A imigrantes italianos, japoneses, árabes e judeus. Dessa autêntica miscelânea de raças e religiões Formada à luz da obra do jesuíta missionário Criou-se uma sociedade de múltiplas opções Que bem justifica a composição do seu cenário. Dele participam o jardim do parque da Aclimação O Brás, com seu comércio de máquinas e madeiras O Bexiga, satisfazendo o apetite do bom glutão O Cambuci com as suas tradicionais brincadeiras. A Vila Maria, quem diria, já foi abrigo de cartolas Na ironia de políticos em acirrada disputa eleitoral A Vila Mariana, nem se fala, prima por suas escolas Desde o ensino fundamental ao último grau cultural. O Paraíso e o Pacaembu se unem pela Avenida Paulista Maior centro financeiro do país e notório cartão postal Onde o MASP (*) impera em pleno reduto capitalista E as emissoras instalam suas antenas de alcance mundial. O cruzamento das Avenidas Ipiranga e São João Imortalizado na voz do baiano Caetano Veloso Deixou até o velho paulistano quatrocentão Do seu torrão natal mais ainda orgulhoso. Non ducor duco”, sucede o brasão da sua bandeira “Não me conduzem, conduzo”, assim se traduz O lema da metrópole que despontou altaneira Talhada para ser a líder que a todos conduz. São Paulo: amar-te passou a ser um grande sacrifício Odiar-te significa cometer enorme sacrilégio Mantenha-se acesa a chama fulgurante do teu início Conserve-se eterno teu sonho do Pátio do Colégio. Per maggiori info visita il sito di Romeu Prisco. |